Risível a propaganda ontem do Democratas, cumprindo o horário de propaganda eleitoral obrigatória.
Especialmente ao propor que sejam feitos mais investimentos em segurança, saúde e educação e, ao mesmo tempo, critiquem a elevação dos gastos públicos. Só não me lembro se criticaram também, em meio a toda contradição por eles apresentada, a elevação da carga tributária.
Porque só mesmo quem não está desejando apresentar uma proposta séria é que poderia apontar como responsabilidade do governo (e de quem mais???) a criação de empresas juniores nas faculdades e universidades, para que os alunos adquirissem experiência que permitisse a eles saírem dos cursos técnicos ou superiores, direto para o mercado de trabalho. Ou ainda a criação de incubadoras para estimular o espírito de empreendedorismo e inovação dos alunos.
Admito que a preocupação com a necessidade de se planejar a criação de programas que assegurem o primeiro emprego e a questão sempre debatida da cobrança de experiência por parte dos jovens que se dirigem pela primeira vez ao mercado de trabalho é válida.
Mas, apresentar exemplos de jovens reclamando que sem o primeiro emprego não criam experiência e sem experiência não obtêm o primeiro emprego é, na minha opinião, completamente risível. Ainda mais como se essa situação fosse culpa do governo de plantão a quem caberia, então, resolver esse problema antigo.
Parece mais coisa de quem não tem o que dizer.
O que, para um partido que já foi um dia o PFL, só não é mais curioso que o combate à corrupção, expresso em cartazes apresentados.
***
Que é no mínimo curioso que um jogador reserva, suspenso por punição disciplinar, seja lançado em campo depois dos 30 minutos do segundo tempo, já quando o placar estava definido e que, exatamente por conta dessa participação o Fluminense possa vir a ser beneficiado, pela enésima vez, conquistando o direito de voltar ao grupo dos principais times do campeonato brasileiro, não há qualquer dúvida.
Porque a impressão que este episódio transmite a todos é que os deuses do futebol não desejam que o Fluminense dispute a segunda divisão, talvez com medo de que se repita o que já aconteceu anteriormente, quando da vez que, por distração suas o Flu disputou e FOI REBAIXADO para a terceira.
Sinal de que nem os deuses conseguem fazer esse time do João Havelange jogar bola. A sério, porque não dá para falar que eles jogaram e foram campeões em 2012.
Naquele ano, o grande vencedor do campeonato foi a CBF. Desculpe, CBFlu.
Mas, campeão da 3a divisão, o Fluminense não jogou mais pela segunda, como era seu direito. Sabe-se lá porque, foi convidado para subir direto para a disputa da Copa Havelange, logo em seguida. Junto com todos os times que mereciam estar ali disputando, por serem ou times que caíram e voltaram, ou por nunca terem caído.
Mas, o Flu é diferente e diferenciado.
A ponto de eu ficar imaginando se não valeria a pena sua patrocinadora, a CBF criar um campeonato apenas para ele. Jogaria ele contra.... mas nem valeria a pena perder tempo. Esse timezinho já seria declarado campeão antes de ter qualquer jogo. E com direito a participação na Libertadores, para que a gente pudesse ter alguma coisa para nos divertir e nos fazer rir depois.
Porque esse Flu é pândego. E o futebol brasileiro muito triste.
E a Portuguesa, com seu advogado de araque, lamentável.
E o procurador do Tribunal Esportivo, muito interessante, portando como juiz do episódio.
Triste mas bem ao modo da cartolagem que infesta nosso futebol.
***
E para Marrocos eu que vou. E o Mundial vou disputar. Vencer é outra parada. Ainda mais depois de ver o time marroquino jogando com jogadores ágeis, velozes, trocando passes em um futebol bastante envolvente.
Ainda não sei do Monterrey, mas o time do Marrocos me impressionou. E não concordo, embora respeite a opinião do Lélio, que o futebol apresentado na primeira partida do Mundial de Clubes ter sido de pouca qualidade técnica. E de o time marroquino ter sido dominado no segundo tempo, embora tenha ficado muito abalado, sim, com a bobagem que a zaga fez e que deu o gol de presente para o adversário.
O time de Marrocos foi melhor em todo o jogo, em minha opinião.
Mas, independente das dificuldades, nós estamos lá.
E, desnecessário dizer: EU ACREDITO.
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Mantega e o financiamento ao consumo
A economia não cresce às taxas previstas pelo governo.
Em evento contando com a participação de industriais nacionais o ministro Mantega conclui que nossa economia cresce apoiada em duas pernas mancas, uma a redução de crédito para o gasto de consumo das famílias; outra, o baixo crescimento da economia no resto do mundo.
É verdade que a economia do resto do mundo começa, apenas agora, a dar sinais de recuperação, com as estatísticas que estão sendo divulgadas dando sinais de estar chegando ao fim a fase de recessão que enfrentavam. Mas, ainda é cedo para maiores comemorações, embora eu acredite que o ministro está no papel dele, de tentar infundir confiança no empresariado, em relação ao cenário que se desenha para o ano de 2014.
Afinal, como se sabe, as decisões empresariais, especialmente aquelas relativas aos gastos de investimentos, são extremamente dependentes do grau de confiança e das expectativas formadas pelos empresários, e dessa forma, inegavelmente afetados pela confiança em uma recuperação da economia mundial.
Até mesmo as decisões de produção, como ensinava Keynes, são dependentes de expectativas de curto prazo, razão porque creio ser uma das funções do ministro a preocupação em transmitir ao menos a confiança em que 2014 apresente condições mais favoráveis aos negócios.
Entretanto, gostaria de fazer uma reflexão quanto à outra crítica feita pelo ministro, desta feita ao sistema financeiro que, em sua opinião, está restringindo a concessão do crédito, o que impede a manutenção dos elevados gastos de consumo que vieram, em anos recentes, sendo o principal motor de crescimento de nosso PIB.
Ora, mesmo sem dados suficientes para fazer uma abordagem mais fundamentada, é certo que o Brasil ainda dispõe de um grande espaço para poder elevar os níveis de crédito concedidos pelo setor bancário às pessoas físicas, em suas várias modalidades, dada a ainda pequena participação do total do crédito concedido em relação ao PIB.
Além disso, as estatísticas têm demonstrado uma importante redução do grau de inadimplência, mês após mês, o que tem sido considerado uma surpresa quando se considera que os juros têm apresentado tendência de alta, em função da elevação da taxa Selic, dos juros básicos da economia brasileira, patrocinada pelo Banco Central, como forma de combater a inflação.
Também não pode ser esquecido que todos os analistas financeiros recomendam, em toda a oportunidade que têm, que os trabalhadores utilizem o seu 13º para liquidação de dívidas antigas, evitando entrarem em uma espécie de buraco negro de um endividamento crescente.
Creio mesmo que, por força de toda essa campanha para a redução do grau de endividamento, já tradicional, há sim, uma tendência que pode ser percebida, de queda da inadimplência nos meses finais do ano. Alimentada essa queda até mesmo pela preocupação de vários devedores, de procederem à limpeza de suas fichas cadastrais, em tempo de poderem voltar a utilizar o crediário para realização de suas compras natalinas.
De mais a mais, por força da atuação do nosso Banco Central e sua diretoria de fiscalização, os bancos têm que manter padrões elevados e rigorosos de análise para a concessão de créditos, o que restringe a possibilidade de uma elevação indiscriminada de novos empréstimos e financiamentos. De quebra, impede que tenhamos a formação de uma crise bancária, como a ocorrida nos Estados Unidos nos anos 2007/2008, responsável por toda essa situação de crise que persiste no cenário internacional.
***
Mas, não podemos nos esquecer do fato de que, por trás da concessão de novos financiamentos ou empréstimos está uma questão mais importante que é a da evolução da renda do trabalhador brasileiro que, por força da própria lei que rege o reajuste do salário mínimo, não deve apresentar uma tendência firme de crescimento, já que em sua fórmula leva em conta as reduzidas variações do PIB dos últimos anos. Por outro lado, a fórmula considera também a inflação havida, que significa que houve perda de renda real dos consumidores, ao longo do último ano.
Ora, em havendo inflação, há elevação dos preços e, embora ela possa ser mais localizada em alguns produtos ou grupo de produtos, o fato de a midia e os meios de comunicação estarem repercutindo muito esse problema cria um ambiente de incerteza e insegurança. E em ambiente de incerteza, recomenda o bom senso que se evite gastos, especialmente os desnecessários.
O que explica a redução do consumo, que o ministro critica, como se apenas influenciada pelo comportamento dos agentes fornecedores de crédito.
***
Mas o que eu queria comentar é que, depois de anos de crescimento puxado pelo aumento do consumo, chega um ponto em que as famílias já não têm mais novos bens a serem adquiridos, uma vez que aqueles bens comprados há pouco tempo ainda têm pouco tempo de utilização para que possam já ser descartados ou trocados por outros. Ou seja, há que se esperar um tempo para que possa ter início o consumo de reposição de bens comprados pelas famílias brasileiras na etapa de crescimento inicial do consumo.
Por outro lado, deve-se reconhecer que, para algumas famílias que compraram ou trocaram recentemente seu automóvel, ou seu primeiro tv de led, ou seu computador ou notebook, é menos importante a aquisição de um segundo bem dessa espécie, sendo difícil mesmo admitir-se que a família de classe média teria condições de sustentar dois ou mais carros, com pagamento de impostos, combustíveis a preços mais elevados, gastos de manutenção, também em alta.
Em contrapartida, muitas dessas famílias passarão a pensar na aquisição de imóveis, na casa própria ou na melhoria ou reforma de suas habitações, ao invés da reposição por desgaste de mobiliário recentemente adquirido.
Então, mesmo concordando com a postura do ministro, e entendendo sua mensagem aos industriais, acho que o foco maior deveria ser dedicado, agora, não ao financiamento ao consumo, mas à aquisição da casa própria, o que não poderia, de qualquer forma, ser feito sem rigor por parte dos agentes financeiros e do Banco Central, de modo a não colocar em marcha a formação de uma bolha, cujas consequências poderiam ser mais danosas para nossa economia.
Em evento contando com a participação de industriais nacionais o ministro Mantega conclui que nossa economia cresce apoiada em duas pernas mancas, uma a redução de crédito para o gasto de consumo das famílias; outra, o baixo crescimento da economia no resto do mundo.
É verdade que a economia do resto do mundo começa, apenas agora, a dar sinais de recuperação, com as estatísticas que estão sendo divulgadas dando sinais de estar chegando ao fim a fase de recessão que enfrentavam. Mas, ainda é cedo para maiores comemorações, embora eu acredite que o ministro está no papel dele, de tentar infundir confiança no empresariado, em relação ao cenário que se desenha para o ano de 2014.
Afinal, como se sabe, as decisões empresariais, especialmente aquelas relativas aos gastos de investimentos, são extremamente dependentes do grau de confiança e das expectativas formadas pelos empresários, e dessa forma, inegavelmente afetados pela confiança em uma recuperação da economia mundial.
Até mesmo as decisões de produção, como ensinava Keynes, são dependentes de expectativas de curto prazo, razão porque creio ser uma das funções do ministro a preocupação em transmitir ao menos a confiança em que 2014 apresente condições mais favoráveis aos negócios.
Entretanto, gostaria de fazer uma reflexão quanto à outra crítica feita pelo ministro, desta feita ao sistema financeiro que, em sua opinião, está restringindo a concessão do crédito, o que impede a manutenção dos elevados gastos de consumo que vieram, em anos recentes, sendo o principal motor de crescimento de nosso PIB.
Ora, mesmo sem dados suficientes para fazer uma abordagem mais fundamentada, é certo que o Brasil ainda dispõe de um grande espaço para poder elevar os níveis de crédito concedidos pelo setor bancário às pessoas físicas, em suas várias modalidades, dada a ainda pequena participação do total do crédito concedido em relação ao PIB.
Além disso, as estatísticas têm demonstrado uma importante redução do grau de inadimplência, mês após mês, o que tem sido considerado uma surpresa quando se considera que os juros têm apresentado tendência de alta, em função da elevação da taxa Selic, dos juros básicos da economia brasileira, patrocinada pelo Banco Central, como forma de combater a inflação.
Também não pode ser esquecido que todos os analistas financeiros recomendam, em toda a oportunidade que têm, que os trabalhadores utilizem o seu 13º para liquidação de dívidas antigas, evitando entrarem em uma espécie de buraco negro de um endividamento crescente.
Creio mesmo que, por força de toda essa campanha para a redução do grau de endividamento, já tradicional, há sim, uma tendência que pode ser percebida, de queda da inadimplência nos meses finais do ano. Alimentada essa queda até mesmo pela preocupação de vários devedores, de procederem à limpeza de suas fichas cadastrais, em tempo de poderem voltar a utilizar o crediário para realização de suas compras natalinas.
De mais a mais, por força da atuação do nosso Banco Central e sua diretoria de fiscalização, os bancos têm que manter padrões elevados e rigorosos de análise para a concessão de créditos, o que restringe a possibilidade de uma elevação indiscriminada de novos empréstimos e financiamentos. De quebra, impede que tenhamos a formação de uma crise bancária, como a ocorrida nos Estados Unidos nos anos 2007/2008, responsável por toda essa situação de crise que persiste no cenário internacional.
***
Mas, não podemos nos esquecer do fato de que, por trás da concessão de novos financiamentos ou empréstimos está uma questão mais importante que é a da evolução da renda do trabalhador brasileiro que, por força da própria lei que rege o reajuste do salário mínimo, não deve apresentar uma tendência firme de crescimento, já que em sua fórmula leva em conta as reduzidas variações do PIB dos últimos anos. Por outro lado, a fórmula considera também a inflação havida, que significa que houve perda de renda real dos consumidores, ao longo do último ano.
Ora, em havendo inflação, há elevação dos preços e, embora ela possa ser mais localizada em alguns produtos ou grupo de produtos, o fato de a midia e os meios de comunicação estarem repercutindo muito esse problema cria um ambiente de incerteza e insegurança. E em ambiente de incerteza, recomenda o bom senso que se evite gastos, especialmente os desnecessários.
O que explica a redução do consumo, que o ministro critica, como se apenas influenciada pelo comportamento dos agentes fornecedores de crédito.
***
Mas o que eu queria comentar é que, depois de anos de crescimento puxado pelo aumento do consumo, chega um ponto em que as famílias já não têm mais novos bens a serem adquiridos, uma vez que aqueles bens comprados há pouco tempo ainda têm pouco tempo de utilização para que possam já ser descartados ou trocados por outros. Ou seja, há que se esperar um tempo para que possa ter início o consumo de reposição de bens comprados pelas famílias brasileiras na etapa de crescimento inicial do consumo.
Por outro lado, deve-se reconhecer que, para algumas famílias que compraram ou trocaram recentemente seu automóvel, ou seu primeiro tv de led, ou seu computador ou notebook, é menos importante a aquisição de um segundo bem dessa espécie, sendo difícil mesmo admitir-se que a família de classe média teria condições de sustentar dois ou mais carros, com pagamento de impostos, combustíveis a preços mais elevados, gastos de manutenção, também em alta.
Em contrapartida, muitas dessas famílias passarão a pensar na aquisição de imóveis, na casa própria ou na melhoria ou reforma de suas habitações, ao invés da reposição por desgaste de mobiliário recentemente adquirido.
Então, mesmo concordando com a postura do ministro, e entendendo sua mensagem aos industriais, acho que o foco maior deveria ser dedicado, agora, não ao financiamento ao consumo, mas à aquisição da casa própria, o que não poderia, de qualquer forma, ser feito sem rigor por parte dos agentes financeiros e do Banco Central, de modo a não colocar em marcha a formação de uma bolha, cujas consequências poderiam ser mais danosas para nossa economia.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
A selvageria no futebol e a cobrança feita a Dilma. E ela tem é que melhorar a educação de nosso país...
Mais uma vez o futebol aparece como destaque negativo. Mais uma vez a notícia mais importante está ligada à selvageria de torcidas e torcedores que vão para o campo não para torcer. Apenas para dar vazão a sua bestialidade.
A Folha traz hoje, em seu caderno de Esportes, a foto de um torcedor do Vasco, na verdade um mísero animal que, de cano em punho, partiu para o ataque a um torcedor adversário, já caído e, que não era mais capaz de apresentar qualquer reação. Possivelmente desacordado.
E o animal não empunhava apenas um cano, senão que um cano com um prego visivelmente preso na extremidade usada para que o valentão acertasse o torcedor caído.
Não vou falar de outras características do tal torcedor que não passa de um covarde. Provavelmente daqueles capaz de se borrar todo se pego sozinho em uma luta corporal. Mas que evidencia-se na imagem do jornal o fato de ele ser careca. Bem ao estilo dos carecas que mostram o tanto que são machos, agredindo covardemente a homossexuais e pobres mendigos.
Mas, tão evidente fica a imagem que a pergunta que deve ser feita é óbvia. Já identificaram o anormal da foto? Ele já está preso?
Independente disso, a imprensa não deverá esquecer o episódio e fazer, como em outras ocasiões, uma marcação em cima das medidas punitivas aplicadas a tamanha barbáries e selvagens.
***
A respeito dessa questão e tendo uma grande admiração pelas opiniões e comentários sempre sérios e com embasamento apresentado pelo colunista e cronista PVC, é no mínimo ridícula a proposta e cobrança feita por ele, para que a presidenta Dilma venha a intervir no futebol, em razão da selvageria.
Primeiro porque esse ônus não pode ser jogado nos ombros das autoridades, em especial de uma autoridade que tem mais problemas e mais sérios a tratar em nosso país.
Em especial, cabe sim responsabilidade à presidenta Dilma de cuidar da melhoria da Educação em nosso país, quem sabe para que, no futuro, animais como o da foto não voltem a frequentar estádios de futebol.
Porque em minha opinião, antes de mais nada ou de qualquer alegado espírito esportivo, o que faltou à torcida de ambos os times Atlético Paranaense e Vasco da Gama é basicamente educação.
Se foi nesse sentido que PVC estava solicitando a interferência de Dilma, então OK.
Mas não. O colunista cobra da presidenta ao que parece medidas que deveriam estar sendo adotadas pelos esquemas de segurança, pela polícia, pela Justiça e pelos membros do Ministério Público, citados pelo coronel da PM de Santa Catarina, como tendo sido os responsáveis por orientarem a Polícia a não estar presente no interior do estádio.
Jogar sob os ombros da presidenta a responsabilidade por esses atos semanais de selvageria parece ser um exagero de quem está desesperado, querendo que uma solução seja tomada a qualquer custo. Esquecendo-se, inclusive, que há uma série de leis que já foram feitas, exatamente prevendo e tentando coibir esse tipo de comportamento e atos.
Então, mais que ficar cobrando ações da principal autoridade do país, é importante cobrar das autoridades policiais e do judiciário que façam valer as leis e que a punição seja rigorosa, para servir de exemplo para evitar a repetiação desse tipo de casos no futuro.
***
Que bom ver que dois cariocas caíram para a segunda divisão e que não é só no oba-oba das estrepolias globais que existe futebol. Por outro lado, se Vasco e Fluminense caíram com justiça, os programas de esportes da Globo, por falta de muito assunto importante, ou terão que passar a se dedicar a campeonatos de menor expressão ou então vão ficar nos enchendo com as brincadeiras e o humor cansativo e sem graça de seus apresentadores. (Praga que consagrou o apresentador Tiago Liefert, com justiça, por ser uma inovação na ocasião, e que virou quase que uma obrigação na Globo, tornando seus programas cansativos e repetitivos!).
Que bom ver, enfim, que o campeão do ano passado o famoso CBFlu não tendo ajuda esse ano mostrou sua verdadeira condição.
Que bom que ao cair o Flu ajuda a fazer desabar qualquer novo projeto, ao menos por um tempo, de Wanderlei Luxemburro e sua empáfia e arrogância.
Que bom que o Flu vai poder, finalmente, cumprir seu dever de casa, frequentando a segunda divisão e tentando êxito no regresso ao grupo dos melhores times, já que da primeira vez que participou do campeonato da segunda, o time foi desclassificado e caiu para a terceira.
Mas, se toda a comemoração que fazemos nós que gostamos de futebol, provenientes de outros estados do país, e todo o vexame que o Rio agora curte resultar na volta de figuras que já deveriam ter sido banidas do futebol há muito tempo, como a de Eurico Miranda no Vasco, então pode ser que a gente tenha que concluir que nem sempre sabemos extrair lições das derrotas.
Isso será uma pena!
A Folha traz hoje, em seu caderno de Esportes, a foto de um torcedor do Vasco, na verdade um mísero animal que, de cano em punho, partiu para o ataque a um torcedor adversário, já caído e, que não era mais capaz de apresentar qualquer reação. Possivelmente desacordado.
E o animal não empunhava apenas um cano, senão que um cano com um prego visivelmente preso na extremidade usada para que o valentão acertasse o torcedor caído.
Não vou falar de outras características do tal torcedor que não passa de um covarde. Provavelmente daqueles capaz de se borrar todo se pego sozinho em uma luta corporal. Mas que evidencia-se na imagem do jornal o fato de ele ser careca. Bem ao estilo dos carecas que mostram o tanto que são machos, agredindo covardemente a homossexuais e pobres mendigos.
Mas, tão evidente fica a imagem que a pergunta que deve ser feita é óbvia. Já identificaram o anormal da foto? Ele já está preso?
Independente disso, a imprensa não deverá esquecer o episódio e fazer, como em outras ocasiões, uma marcação em cima das medidas punitivas aplicadas a tamanha barbáries e selvagens.
***
A respeito dessa questão e tendo uma grande admiração pelas opiniões e comentários sempre sérios e com embasamento apresentado pelo colunista e cronista PVC, é no mínimo ridícula a proposta e cobrança feita por ele, para que a presidenta Dilma venha a intervir no futebol, em razão da selvageria.
Primeiro porque esse ônus não pode ser jogado nos ombros das autoridades, em especial de uma autoridade que tem mais problemas e mais sérios a tratar em nosso país.
Em especial, cabe sim responsabilidade à presidenta Dilma de cuidar da melhoria da Educação em nosso país, quem sabe para que, no futuro, animais como o da foto não voltem a frequentar estádios de futebol.
Porque em minha opinião, antes de mais nada ou de qualquer alegado espírito esportivo, o que faltou à torcida de ambos os times Atlético Paranaense e Vasco da Gama é basicamente educação.
Se foi nesse sentido que PVC estava solicitando a interferência de Dilma, então OK.
Mas não. O colunista cobra da presidenta ao que parece medidas que deveriam estar sendo adotadas pelos esquemas de segurança, pela polícia, pela Justiça e pelos membros do Ministério Público, citados pelo coronel da PM de Santa Catarina, como tendo sido os responsáveis por orientarem a Polícia a não estar presente no interior do estádio.
Jogar sob os ombros da presidenta a responsabilidade por esses atos semanais de selvageria parece ser um exagero de quem está desesperado, querendo que uma solução seja tomada a qualquer custo. Esquecendo-se, inclusive, que há uma série de leis que já foram feitas, exatamente prevendo e tentando coibir esse tipo de comportamento e atos.
Então, mais que ficar cobrando ações da principal autoridade do país, é importante cobrar das autoridades policiais e do judiciário que façam valer as leis e que a punição seja rigorosa, para servir de exemplo para evitar a repetiação desse tipo de casos no futuro.
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Que bom ver que dois cariocas caíram para a segunda divisão e que não é só no oba-oba das estrepolias globais que existe futebol. Por outro lado, se Vasco e Fluminense caíram com justiça, os programas de esportes da Globo, por falta de muito assunto importante, ou terão que passar a se dedicar a campeonatos de menor expressão ou então vão ficar nos enchendo com as brincadeiras e o humor cansativo e sem graça de seus apresentadores. (Praga que consagrou o apresentador Tiago Liefert, com justiça, por ser uma inovação na ocasião, e que virou quase que uma obrigação na Globo, tornando seus programas cansativos e repetitivos!).
Que bom ver, enfim, que o campeão do ano passado o famoso CBFlu não tendo ajuda esse ano mostrou sua verdadeira condição.
Que bom que ao cair o Flu ajuda a fazer desabar qualquer novo projeto, ao menos por um tempo, de Wanderlei Luxemburro e sua empáfia e arrogância.
Que bom que o Flu vai poder, finalmente, cumprir seu dever de casa, frequentando a segunda divisão e tentando êxito no regresso ao grupo dos melhores times, já que da primeira vez que participou do campeonato da segunda, o time foi desclassificado e caiu para a terceira.
Mas, se toda a comemoração que fazemos nós que gostamos de futebol, provenientes de outros estados do país, e todo o vexame que o Rio agora curte resultar na volta de figuras que já deveriam ter sido banidas do futebol há muito tempo, como a de Eurico Miranda no Vasco, então pode ser que a gente tenha que concluir que nem sempre sabemos extrair lições das derrotas.
Isso será uma pena!
A volta de Ronaldinho torna o futebol mais lúdico, mais cheio de fantasia
Antes de mais nada, não vi que eu me lembre, nenhum jogador como Ronaldinho Gaúcho jogando. Parece que tudo com ele fica mais fácil. Em meio a dois, três adversários, ele recebe uma bola no fogo e ... como se tudo fosse uma grande brincadeira, uma grande encenação de uma peça teatral dominada pela fantasia, ele mata a bola, amacia e toca, quando não já a toca de primeira e... invariavelmente descobre um companheiro desmarcado, livre.
É impressionante a visão de jogo, até a sorte que ele dá por tentar. Porque ele tenta sem medo de ser feliz. E acerta na maioria das vezes e ao acertar nos faz feliz, a todos.
Claro que R10 não é ingênuo. Não é bobo. Não entra com a perna mole, com o pé frouxo. Entra para decidir e ontem, no lance em que levou um cartão amarelo, mostrou que não entra para perder. E nem para que o adversário o machuque. Ao contrário. Consegue ser até viril, violento, sem ser maldoso.
E continua batendo falta como poucos. Tirando a bola completamente do alcance da barreira e do goleiro.
Mas, se é um prazer ver Ronaldinho jogar, é importante também observar que, a sua volta fez renascer um problema e uma preocupação: o time voltou muito a jogar na dependência dele. Voltou a ficar muito em função de sua genialidade. O que acontece naturalmente com qualquer time que tenha um fenômeno como ele em campo. Mas que é uma situação ruim, já que nem sempre os adversários dão tanto espaço ou jogam de forma leal.
Então, o fato de todo o time jogar em função de apenas um jogador, por mais que esse jogador seja um monstro em campo, pode trazer problemas.
E acho que um plano B tem sempre que ser pensado, caso o desenho do jogo tome outra configuração que aquela que Cuca e todos nós atleticanos esperamos.
***
Está certo que ontem foi um jogo de festa e de despedida. E que era notada a preocupação dos jogadores em não por o pé em bola dividida que apresentasse qualquer risco.
Lógico, o jogador é humano. E como qualquer outra pessoa faria, se resguardaria para o embate mais importante: a ida a Marrocos e a disputa do Mundial de Clubes da Fifa.
O medo de se contundir em um jogo que, se para o Vitória poderia definir uma vaga para a Libertadores, para o Galo era mais de agradecimento ao apoio da massa era visível. E, talvez por isso, jogadores que vinham fazendo partidas boas, sendo alvos de elogios, acabaram não aparecendo em campo. Ou jogando mal, simplesmente.
No primeiro caso, refiro-me a Fernandinho que saiu da esquerda e foi cair na direita, mas não conseguiu fazer uma jogada de relevo. Ou não conseguiu concluir qualquer jogada que ele até tentou, partindo com a bola dominada e fazendo fila na defesa adversária.
Outro caso foi a atuação de Lucas Cândido, inseguro a maior parte do tempo.
Isso sem contar com o vacilo inicial da defesa do Galo, especialmente em relação a acertar o posicionamento de Gilberto Silva e Réver. Gilberto Silva que começou falhando, parece que sentindo muito a falta de entrosamento e de ritmo de jogo, acabou firmando-se e já no meio do jogo era um jogador muito importante, inclusive quando partia para a área do Vitória tentando as jogadas aéreas.
Pierre falhou muito na saída de bola além de estar jogando ao que parece, com o freio de mão puxado. Lento em algumas ocasiões, em que o arisco ataque do Vitória partia para a frente.
Por força de desacertos da defesa e falhas da marcação do meio campo, o Vitória começou o jogo de forma avassaladora e já com 6 minutos de jogo, comemorava dois a zero, para surpresa da torcida do Galo.
A partir daí, o Vitória diminuiu um pouco seu ímpeto e o time de Ronaldinho começou a jogar, vendo seu ídolo maior desfilar em campo, Luan provocar uma correria para cima da defesa do Vitória e Donizeti procurar chutar de meia distância, jogada que o Galo precisa desenvolver mais.
***
No final, o time baiano procurava fazer passar o tempo, com várias quedas de jogadores e o Galo assumiu o controle do jogo, procurando o empate que só não aconteceu antes em função de seguidas defesas importantes do goleiro rival.
Até que veio o penalty para fazer justiça ao futebol que o Galo estava praticando, que sufocava o time baiano.
E, com a categoria de sempre, mais uma vez R10 bateu e correu para o abraço, ele que já tinha feito o gol que deu ao time a tranquilidade para tentar a reação, de falta, no finzinho do primeiro tempo.
***
Terminado o jogo, a torcida gritou o nome de cada um dos jogadores, reconhecendo seu esforço e cantou em apoio a marchinha que ecoou por todo o bairro do Horto: Vamos, Vamos meu Galo. Vamos vamos meu Galô. E pra Marrocos eu que vou. E o Mundial eu vou vencer e as maria vou zuar, quando voltar pra BH.
Desnecessário dizer que a euforia, a alegria, o apoio, não significa que estejamos cantando vitória antes da hora. Serve tão somente como demonstração de toda a massa de que ela, e cada um de nós em particular ACREDITAMOS.
E vamos correr para conquistar...
É impressionante a visão de jogo, até a sorte que ele dá por tentar. Porque ele tenta sem medo de ser feliz. E acerta na maioria das vezes e ao acertar nos faz feliz, a todos.
Claro que R10 não é ingênuo. Não é bobo. Não entra com a perna mole, com o pé frouxo. Entra para decidir e ontem, no lance em que levou um cartão amarelo, mostrou que não entra para perder. E nem para que o adversário o machuque. Ao contrário. Consegue ser até viril, violento, sem ser maldoso.
E continua batendo falta como poucos. Tirando a bola completamente do alcance da barreira e do goleiro.
Mas, se é um prazer ver Ronaldinho jogar, é importante também observar que, a sua volta fez renascer um problema e uma preocupação: o time voltou muito a jogar na dependência dele. Voltou a ficar muito em função de sua genialidade. O que acontece naturalmente com qualquer time que tenha um fenômeno como ele em campo. Mas que é uma situação ruim, já que nem sempre os adversários dão tanto espaço ou jogam de forma leal.
Então, o fato de todo o time jogar em função de apenas um jogador, por mais que esse jogador seja um monstro em campo, pode trazer problemas.
E acho que um plano B tem sempre que ser pensado, caso o desenho do jogo tome outra configuração que aquela que Cuca e todos nós atleticanos esperamos.
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Está certo que ontem foi um jogo de festa e de despedida. E que era notada a preocupação dos jogadores em não por o pé em bola dividida que apresentasse qualquer risco.
Lógico, o jogador é humano. E como qualquer outra pessoa faria, se resguardaria para o embate mais importante: a ida a Marrocos e a disputa do Mundial de Clubes da Fifa.
O medo de se contundir em um jogo que, se para o Vitória poderia definir uma vaga para a Libertadores, para o Galo era mais de agradecimento ao apoio da massa era visível. E, talvez por isso, jogadores que vinham fazendo partidas boas, sendo alvos de elogios, acabaram não aparecendo em campo. Ou jogando mal, simplesmente.
No primeiro caso, refiro-me a Fernandinho que saiu da esquerda e foi cair na direita, mas não conseguiu fazer uma jogada de relevo. Ou não conseguiu concluir qualquer jogada que ele até tentou, partindo com a bola dominada e fazendo fila na defesa adversária.
Outro caso foi a atuação de Lucas Cândido, inseguro a maior parte do tempo.
Isso sem contar com o vacilo inicial da defesa do Galo, especialmente em relação a acertar o posicionamento de Gilberto Silva e Réver. Gilberto Silva que começou falhando, parece que sentindo muito a falta de entrosamento e de ritmo de jogo, acabou firmando-se e já no meio do jogo era um jogador muito importante, inclusive quando partia para a área do Vitória tentando as jogadas aéreas.
Pierre falhou muito na saída de bola além de estar jogando ao que parece, com o freio de mão puxado. Lento em algumas ocasiões, em que o arisco ataque do Vitória partia para a frente.
Por força de desacertos da defesa e falhas da marcação do meio campo, o Vitória começou o jogo de forma avassaladora e já com 6 minutos de jogo, comemorava dois a zero, para surpresa da torcida do Galo.
A partir daí, o Vitória diminuiu um pouco seu ímpeto e o time de Ronaldinho começou a jogar, vendo seu ídolo maior desfilar em campo, Luan provocar uma correria para cima da defesa do Vitória e Donizeti procurar chutar de meia distância, jogada que o Galo precisa desenvolver mais.
***
No final, o time baiano procurava fazer passar o tempo, com várias quedas de jogadores e o Galo assumiu o controle do jogo, procurando o empate que só não aconteceu antes em função de seguidas defesas importantes do goleiro rival.
Até que veio o penalty para fazer justiça ao futebol que o Galo estava praticando, que sufocava o time baiano.
E, com a categoria de sempre, mais uma vez R10 bateu e correu para o abraço, ele que já tinha feito o gol que deu ao time a tranquilidade para tentar a reação, de falta, no finzinho do primeiro tempo.
***
Terminado o jogo, a torcida gritou o nome de cada um dos jogadores, reconhecendo seu esforço e cantou em apoio a marchinha que ecoou por todo o bairro do Horto: Vamos, Vamos meu Galo. Vamos vamos meu Galô. E pra Marrocos eu que vou. E o Mundial eu vou vencer e as maria vou zuar, quando voltar pra BH.
Desnecessário dizer que a euforia, a alegria, o apoio, não significa que estejamos cantando vitória antes da hora. Serve tão somente como demonstração de toda a massa de que ela, e cada um de nós em particular ACREDITAMOS.
E vamos correr para conquistar...
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Mandela: Homenagem a um Herói
Na escuridão do céu
brilha uma nova estrela
que torna a noite mais bela
aquece e ilumina o coração dos homens
tal qual a luz de uma vela
cuja chama sob o vento, dança
curva-se mas não se apaga
pois que é o sinal de esperança
firme e constante
que o temor nunca alcança
No mundo mais pobre
resta a lição da justiça
mensagem de fé na igualdade
resta a lembrança
quem sabe, a mensagem mais bela
que transmite o sorriso
e a memória de Mandela.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Vários pitacos sobre vários assuntos, inclusive o Galão no Mundial
Só para não deixar de me manifestar nesse espaço sobre alguns tópicos e dar pitacos, mesmo que ligeiros sobre o que tem acontecido.
Primeiro, a barbárie, mais uma!, das torcidas organizadas. Agora as do Cruzeiro, capazes de transformarem a esplanada (chique a nova denominação do que antes era um aprazível canteiro gramado e com árvores!) do Mineirão em campo de guerra, impedindo a comemoração, regada a chopp, da grande maioria da torcida.
Coisa de marginais que deveriam ser aprisionados e jogados dentro da arena Mineirão (outro nome chic, embora mais adequado para o evento proposto), onde seriam trancados para que uns engolissem os outros, como besta feras que são e fazem questão de comprovar, não apenas cantando.
***
Para falar da renúncia de Genoíno, que permitirá a ele passar a receber meros 20 mil, a que tem direito por conta de uma aposentadoria proporcional que, para todos os demais trabalhadores do país foi cassada na reforma previdenciária de 1998, se não me falha a memória.
Por certo, justifica a manutenção da proporcionalidade para os deputados, o fato de que eles NÃO TRABALHAM, como a maioria dos trabalhadores.
***
Para falar da vergonha e vexame das notas de avaliação dos estudantes brasileiros. Cuja melhoria em matemática nos permitiu subir algumas posições que nos asseguram estar depois da quinquagésima posição, entre 65 países.
E para comentar, como professor, que mais que uma estrutura adequada de salas de aula, e etc. para os alunos, o que acho que está faltando é melhorar o nível e qualificação dos professores. Melhorar antes de mais nada a remuneração e o tratamento dispensado aos mestres, e permitir a eles se doarem, como deve ser o trabalho ou ministério do professor, para educar as nossas crianças e adolescentes.
O trabalho de educação pode ser feito em qualquer ambiente, em qualquer espaço físico, dispensando muitas vezes sofisticadas construções (que só engordam os ganhos das construtoras!).
Importa mais que o professor queira e consiga despertar nos alunos o gosto e o interesse em descobrir e investigar o desconhecido.
***
Pra falar da satisfação de ver o Flu quase de volta ao lugar do qual ele fugiu pela porta dos fundos.
***
Para falar, finalmente da recuperação de Ronaldinho Gaúcho, e da espetacular temporada e postura em campo de Diego Tardelli, que se não assegura a conquista do mundial, permite ao atleticano manter o sonho da conquista inédita.
E mais ainda, nos assegura que, dê o resultado que der, esse time nos deixará sempre muito orgulhosos.
Pra cima deles GALO!
Primeiro, a barbárie, mais uma!, das torcidas organizadas. Agora as do Cruzeiro, capazes de transformarem a esplanada (chique a nova denominação do que antes era um aprazível canteiro gramado e com árvores!) do Mineirão em campo de guerra, impedindo a comemoração, regada a chopp, da grande maioria da torcida.
Coisa de marginais que deveriam ser aprisionados e jogados dentro da arena Mineirão (outro nome chic, embora mais adequado para o evento proposto), onde seriam trancados para que uns engolissem os outros, como besta feras que são e fazem questão de comprovar, não apenas cantando.
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Para falar da renúncia de Genoíno, que permitirá a ele passar a receber meros 20 mil, a que tem direito por conta de uma aposentadoria proporcional que, para todos os demais trabalhadores do país foi cassada na reforma previdenciária de 1998, se não me falha a memória.
Por certo, justifica a manutenção da proporcionalidade para os deputados, o fato de que eles NÃO TRABALHAM, como a maioria dos trabalhadores.
***
Para falar da vergonha e vexame das notas de avaliação dos estudantes brasileiros. Cuja melhoria em matemática nos permitiu subir algumas posições que nos asseguram estar depois da quinquagésima posição, entre 65 países.
E para comentar, como professor, que mais que uma estrutura adequada de salas de aula, e etc. para os alunos, o que acho que está faltando é melhorar o nível e qualificação dos professores. Melhorar antes de mais nada a remuneração e o tratamento dispensado aos mestres, e permitir a eles se doarem, como deve ser o trabalho ou ministério do professor, para educar as nossas crianças e adolescentes.
O trabalho de educação pode ser feito em qualquer ambiente, em qualquer espaço físico, dispensando muitas vezes sofisticadas construções (que só engordam os ganhos das construtoras!).
Importa mais que o professor queira e consiga despertar nos alunos o gosto e o interesse em descobrir e investigar o desconhecido.
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Pra falar da satisfação de ver o Flu quase de volta ao lugar do qual ele fugiu pela porta dos fundos.
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Para falar, finalmente da recuperação de Ronaldinho Gaúcho, e da espetacular temporada e postura em campo de Diego Tardelli, que se não assegura a conquista do mundial, permite ao atleticano manter o sonho da conquista inédita.
E mais ainda, nos assegura que, dê o resultado que der, esse time nos deixará sempre muito orgulhosos.
Pra cima deles GALO!
PIB frustrante e mais do mesmo na economia e nas críticas
Não! Este blog não está passando por reformas, ainda que estas pudessem ser necessárias. Tampouco a falta de postagens implica ou permite levantar a hipótese de desativação do blog.
O problema é outro, relacionado ao final de semestre, um semestre que passou voando e que parece-me muito curto, especialmente quando analisado do ponto de vista do semestre letivo.
Afinal, não é novidade que o segundo semestre parece ser mais curto que o primeiro, especialmente para as atividades acadêmicas. É que junho é um mês que poderíamos chamar de útil. Enquanto dezembro não.
Por conta das festas de fim de ano, das compras natalinas, da organização de Natal e das viagens de tantos cujas famílias vivem no interior.
***
Além desse motivo, há outro: a economia brasileira parece ter começado a entrar já em compasso de espera. E as novidades do mundo político também já não são tão novas assim.
No campo econômico, a continuidade de fatos que já ocuparam a atenção em períodos recentes, como por exemplo, a sequência do processo de deterioração das contas públicas, expressas pela redução do superávit primário que não alcança metade da meta prevista para todo o ano, já quando tem início o último trimestre.
Processo de deterioração que permite uma crítica cada vez mais exacerbada ao governo (especialmente ao governo federal) já que os dados divulgados revelam uma elevação da arrecadação bruta que tem batido recordes, sinal de que o problema situa-se no exagerado acréscimo das despesas públicas. E, para reforçar a histeria dos críticos, um acréscimo das despesas de custeio.
Elevação que causa um alvoroço que, em minha opinião, é completamente despropositada e desproporcional caso nos debrucemos sobre os dados de forma a realizar uma análise minimamente isenta de interesses para não dizer honesta.
Acontece que é normal que haja um crescimento vegetativo das despesas de custeio. Afinal, a própria inflação é causa de elevação dos preços dos produtos que também o governo deve consumir para poder prestar serviços minimamente decentes à população, o que diga-se de passagem não ocorre.
Por outro lado, acusa-se o governo de elevar os gastos com a folha de pessoal, passando a impressão de que o governo tem praticado uma política salarial completamente equivocada, quando uma análise simples indicaria que os reajustes concedidos pelo governo Dilma, consubstanciados em três parcelas anuais de reajuste de 5%, totalizando 16 % até 2015, sequer asseguram aos funcionários a reposição das perdas inflacionárias.
Uma análise séria mostraria que os gastos com pessoal têm apresentado redução quando considerados como proporção como proporção do PIB, isso independente de haver o crescimento vegetativo, decorrente da aplicação de dispositivos legais que, em qualquer atividade são comuns, de concessão de vantagens pessoais como anuênios e progressões na carreira.
E independente, também, da necessária contratação (via concursos) de novos servidores, objeto também de críticas que remetem à ocorrência de um inchaço do serviço público, e que não passa da necessária reposição dos quadros por força do número de aposentadorias, por exemplo.
Nesse caso, parece que interessa aos críticos é a desestruturação dos serviços públicos que, por força de insuficiência de pessoal não poderia prestar serviços da qualidade exigida à população, alimentando e reforçando a ideia da ineficiência da atividade pública e da necessária privatização de todas as atividades a cargo e de responsabilidade do governo. Ou pior ainda, impedindo que órgãos de fiscalização tivessem efetivo para poder agir, punindo e impedindo abusos tão frequentes, da ação de agentes privados.
Pouco importa a razão, nesse momento, o que queremos demonstrar é que, a razão da elevação dessa despesa, em relação ao PIB, deve-se ao fato de o PIB estar demonstrando um crescimento pífio, quando existente.
E aqui entramos em outra questão importante. A arrecadação embora crescendo, o faz em ritmo decepcionante, muito em razão das medidas de desoneração adotadas pelo governo, para atender a demanda dos setores empresariais e estimular a recuperação do nível de atividade econômica.
Aqui a questão, também antiga e já tratada nesse espaço, é que o governo fez aquilo que o setor empresarial lhe solicitou, o que resultou em queda da arrecadação, com impactos óbvios no resultado primário apresentado, ou seja, redução do superávit primário, necessário para assegurar o pagamento dos juros da dívida pública.
E qual foi a resposta do setor privado? A desconfiança. A crítica contra o intervencionismo estatal, que não deixa espaço e não transmite ao setor empresarial a necessária tranquilidade capaz de assegurar que serão mantidas as regras e respeitada as regras do jogo.
O que, anteriormente, foi sugerido nesse blog que se tratava apenas de uma chantagem posta em marcha pelo setor privado, exatamente para colocar o governo em situação que no jogo de damas é denominado de curé, ou seja, sem movimento, exceto prosseguir na concessão de benefícios aos empresários. Processo que apenas alimenta o que tem sido a característica mais notável e marcante de nosso capitalismo tupiniquim, a de se estabelecer o capitalismo sem risco.
***
Do ponto de vista econômico, ainda, mais uma elevação da taxa Selic, retornando aos dois dígitos, agora fixada no patamar dos 10%, o que também já havia sido previsto aqui.
Sem querer fazer futurologia, nem querer dar uma de mãe Dinah, já há algum tempo, havíamos mencionado a possibilidade de que o governo Dilma pudesse praticar uma política monetária mais drástica, atendendo aos reclamos do mercado e dando demonstrações inequívocas de sua preocupação com o controle da inflação que apresentava sinais de descolamento da meta proposta. Tudo no sentido de ratificar a manutenção da política de metas inflacionárias.
Pois bem, o Banco Central apertou o controle monetário, elevando as taxas de juros e interferindo no montante de crédito da economia, o que conseguiu conter as expectativas pessimistas que indicavam descontrole da política econômica.
A inflação foi contida e o mercado já trabalha com valores inferiores a 6% para a taxa anual em 2013 e equivalente a 5,8 ou 5,9% para 2014, ano de Copa do Mundo e eleições.
***
Conforme já havíamos comentado, não estava afastada do horizonte a adoção de uma política mais austera, representada pela elevação da Selic, inclusive para o primeiro trimestre do próximo ano, tudo para arrefecer as chamadas expectativas e criar espaço para que, no segundo semestre, mais próximo das eleições, o governo tivesse maior espaço para praticar políticas mais voltadas para a expansão.
***
O resultado de tudo isso é que o governo elevou as taxas de juros, como esperado e até justificado. Dados do IBGE revelam que o PIB apresentou queda no terceiro trimestre, de 0,5%, puxada por uma queda do nível de investimentos que encolheram 2,2%, dando força à queixa de Dilma que se sentiu traída pelos empresários que não "cumpriram sua parte" em resposta ao que o governo fez por eles.
Por outro lado, o consumo vem dando sinais de arrefecimento, muito como reação ao encurtamento da capacidade de endividamento da população, seja por já terem alcançado seu limite, seja como fruto de uma mudança de postura, influenciado pelas notícias e análises nada otimistas quanto ao futuro próximo de nossa economia.
***
No campo político, Dilma reafirma sua força e mostra que deve conquistar um novo mandato, mais por força da incompetência das forças de oposição (oposição? a que? e só agora?) que de acertos de seu governo, como os analistas e críticos não se cansam de tentar nos convencer. (Parece até que essa era a intenção - FRUSTRADA - dos críticos!!!).
Afinal, apesar de toda a crítica, o Brasil cresce. Pouco. Em ritmo insuficiente, mas cresce em um mundo em que os principais países estão satisfeitos de não apresentarem resultados negativos de sua produção.
***
Mas, interessante mesmo, em minha opinião, é ver que em encontro de economistas e empresários no Rio, nessa semana, e com divulgação bastante relevante, o governo foi duramente atacado. E que um empresário como Roger Agnelli, ex-presidente da Vale, defenestrado do cargo por Dilma, tenha tido tanto espaço para poder afinal, manifestar toda sua mágoa.
***
De resto, apenas perceber e destacar a importância, de resto suficientemente destacada por Keynes, das expectativas econômicas.
O que retira da economia, em minha opinião, cada vez mais o "caráter" de ciência já que tão sujeita ao impacto de profecias auto-realizadas.
Ou, como dizia Chico de Oliveira, falta de objetividade "científica" que é exatamente o que assegura às ciências sociais o status de ciências.
É isso.
Continuamos por aqui.
O problema é outro, relacionado ao final de semestre, um semestre que passou voando e que parece-me muito curto, especialmente quando analisado do ponto de vista do semestre letivo.
Afinal, não é novidade que o segundo semestre parece ser mais curto que o primeiro, especialmente para as atividades acadêmicas. É que junho é um mês que poderíamos chamar de útil. Enquanto dezembro não.
Por conta das festas de fim de ano, das compras natalinas, da organização de Natal e das viagens de tantos cujas famílias vivem no interior.
***
Além desse motivo, há outro: a economia brasileira parece ter começado a entrar já em compasso de espera. E as novidades do mundo político também já não são tão novas assim.
No campo econômico, a continuidade de fatos que já ocuparam a atenção em períodos recentes, como por exemplo, a sequência do processo de deterioração das contas públicas, expressas pela redução do superávit primário que não alcança metade da meta prevista para todo o ano, já quando tem início o último trimestre.
Processo de deterioração que permite uma crítica cada vez mais exacerbada ao governo (especialmente ao governo federal) já que os dados divulgados revelam uma elevação da arrecadação bruta que tem batido recordes, sinal de que o problema situa-se no exagerado acréscimo das despesas públicas. E, para reforçar a histeria dos críticos, um acréscimo das despesas de custeio.
Elevação que causa um alvoroço que, em minha opinião, é completamente despropositada e desproporcional caso nos debrucemos sobre os dados de forma a realizar uma análise minimamente isenta de interesses para não dizer honesta.
Acontece que é normal que haja um crescimento vegetativo das despesas de custeio. Afinal, a própria inflação é causa de elevação dos preços dos produtos que também o governo deve consumir para poder prestar serviços minimamente decentes à população, o que diga-se de passagem não ocorre.
Por outro lado, acusa-se o governo de elevar os gastos com a folha de pessoal, passando a impressão de que o governo tem praticado uma política salarial completamente equivocada, quando uma análise simples indicaria que os reajustes concedidos pelo governo Dilma, consubstanciados em três parcelas anuais de reajuste de 5%, totalizando 16 % até 2015, sequer asseguram aos funcionários a reposição das perdas inflacionárias.
Uma análise séria mostraria que os gastos com pessoal têm apresentado redução quando considerados como proporção como proporção do PIB, isso independente de haver o crescimento vegetativo, decorrente da aplicação de dispositivos legais que, em qualquer atividade são comuns, de concessão de vantagens pessoais como anuênios e progressões na carreira.
E independente, também, da necessária contratação (via concursos) de novos servidores, objeto também de críticas que remetem à ocorrência de um inchaço do serviço público, e que não passa da necessária reposição dos quadros por força do número de aposentadorias, por exemplo.
Nesse caso, parece que interessa aos críticos é a desestruturação dos serviços públicos que, por força de insuficiência de pessoal não poderia prestar serviços da qualidade exigida à população, alimentando e reforçando a ideia da ineficiência da atividade pública e da necessária privatização de todas as atividades a cargo e de responsabilidade do governo. Ou pior ainda, impedindo que órgãos de fiscalização tivessem efetivo para poder agir, punindo e impedindo abusos tão frequentes, da ação de agentes privados.
Pouco importa a razão, nesse momento, o que queremos demonstrar é que, a razão da elevação dessa despesa, em relação ao PIB, deve-se ao fato de o PIB estar demonstrando um crescimento pífio, quando existente.
E aqui entramos em outra questão importante. A arrecadação embora crescendo, o faz em ritmo decepcionante, muito em razão das medidas de desoneração adotadas pelo governo, para atender a demanda dos setores empresariais e estimular a recuperação do nível de atividade econômica.
Aqui a questão, também antiga e já tratada nesse espaço, é que o governo fez aquilo que o setor empresarial lhe solicitou, o que resultou em queda da arrecadação, com impactos óbvios no resultado primário apresentado, ou seja, redução do superávit primário, necessário para assegurar o pagamento dos juros da dívida pública.
E qual foi a resposta do setor privado? A desconfiança. A crítica contra o intervencionismo estatal, que não deixa espaço e não transmite ao setor empresarial a necessária tranquilidade capaz de assegurar que serão mantidas as regras e respeitada as regras do jogo.
O que, anteriormente, foi sugerido nesse blog que se tratava apenas de uma chantagem posta em marcha pelo setor privado, exatamente para colocar o governo em situação que no jogo de damas é denominado de curé, ou seja, sem movimento, exceto prosseguir na concessão de benefícios aos empresários. Processo que apenas alimenta o que tem sido a característica mais notável e marcante de nosso capitalismo tupiniquim, a de se estabelecer o capitalismo sem risco.
***
Do ponto de vista econômico, ainda, mais uma elevação da taxa Selic, retornando aos dois dígitos, agora fixada no patamar dos 10%, o que também já havia sido previsto aqui.
Sem querer fazer futurologia, nem querer dar uma de mãe Dinah, já há algum tempo, havíamos mencionado a possibilidade de que o governo Dilma pudesse praticar uma política monetária mais drástica, atendendo aos reclamos do mercado e dando demonstrações inequívocas de sua preocupação com o controle da inflação que apresentava sinais de descolamento da meta proposta. Tudo no sentido de ratificar a manutenção da política de metas inflacionárias.
Pois bem, o Banco Central apertou o controle monetário, elevando as taxas de juros e interferindo no montante de crédito da economia, o que conseguiu conter as expectativas pessimistas que indicavam descontrole da política econômica.
A inflação foi contida e o mercado já trabalha com valores inferiores a 6% para a taxa anual em 2013 e equivalente a 5,8 ou 5,9% para 2014, ano de Copa do Mundo e eleições.
***
Conforme já havíamos comentado, não estava afastada do horizonte a adoção de uma política mais austera, representada pela elevação da Selic, inclusive para o primeiro trimestre do próximo ano, tudo para arrefecer as chamadas expectativas e criar espaço para que, no segundo semestre, mais próximo das eleições, o governo tivesse maior espaço para praticar políticas mais voltadas para a expansão.
***
O resultado de tudo isso é que o governo elevou as taxas de juros, como esperado e até justificado. Dados do IBGE revelam que o PIB apresentou queda no terceiro trimestre, de 0,5%, puxada por uma queda do nível de investimentos que encolheram 2,2%, dando força à queixa de Dilma que se sentiu traída pelos empresários que não "cumpriram sua parte" em resposta ao que o governo fez por eles.
Por outro lado, o consumo vem dando sinais de arrefecimento, muito como reação ao encurtamento da capacidade de endividamento da população, seja por já terem alcançado seu limite, seja como fruto de uma mudança de postura, influenciado pelas notícias e análises nada otimistas quanto ao futuro próximo de nossa economia.
***
No campo político, Dilma reafirma sua força e mostra que deve conquistar um novo mandato, mais por força da incompetência das forças de oposição (oposição? a que? e só agora?) que de acertos de seu governo, como os analistas e críticos não se cansam de tentar nos convencer. (Parece até que essa era a intenção - FRUSTRADA - dos críticos!!!).
Afinal, apesar de toda a crítica, o Brasil cresce. Pouco. Em ritmo insuficiente, mas cresce em um mundo em que os principais países estão satisfeitos de não apresentarem resultados negativos de sua produção.
***
Mas, interessante mesmo, em minha opinião, é ver que em encontro de economistas e empresários no Rio, nessa semana, e com divulgação bastante relevante, o governo foi duramente atacado. E que um empresário como Roger Agnelli, ex-presidente da Vale, defenestrado do cargo por Dilma, tenha tido tanto espaço para poder afinal, manifestar toda sua mágoa.
***
De resto, apenas perceber e destacar a importância, de resto suficientemente destacada por Keynes, das expectativas econômicas.
O que retira da economia, em minha opinião, cada vez mais o "caráter" de ciência já que tão sujeita ao impacto de profecias auto-realizadas.
Ou, como dizia Chico de Oliveira, falta de objetividade "científica" que é exatamente o que assegura às ciências sociais o status de ciências.
É isso.
Continuamos por aqui.
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