segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Pelas sombras da noite


À noite penso
não existo
não resisto à tentação
e sonho.
     A noite desce calma
     a cidade invade
     acalma.
A noite sonho
não resisto ao pensamento
e arrisco a tentação
insisto inútil sempre
não existo, penso.

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